Tecla Windows: veja do que ela é capaz
Tecla Windows. Ela nunca foi tão útil quanto nessa nova versão do sistema operacional. Nas versões anteriores, algumas combinações já eram possíveis, mas agora, ela ganhou outras funções que facilitam o manuseio e fazem com que o usuário ganhe tempo. Quer ver?
Experimente a combinação Windows + seta para a direita. A janela que estava em primeiro plano vai, automaticamente, para a metade direita da tela. Selecione outra janela e, dessa vez, aperte Windows + seta para a esquerda. Veja só. A tela ficou dividida ao meio, com cada janela para um lado. Isso é ideal para quem gosta de utilizar duas aplicações ao mesmo tempo. A combinação Windows + seta pra cima maximiza a janela, e Windows + seta pra baixo minimiza o que estava em primeiro plano.
Se o botão Windows for apertado junto com a tecla de espaço, todas as janelas somem da tela e a área de trabalho é mostrada. Isso é muito útil caso você queira ver algo que esteja no desktop, sem precisar minimizar uma por uma. O mesmo efeito pode ser conseguido ao repousar o mouse aqui, no cantinho direito. Agora, experimente clicar em alguma janela e chacoalhar o mouse. Olha só. Tudo é minimizado, menos o programa selecionado. Legal, né? Isso também pode ser feito via teclado, apertando simultaneamente os botões Windows e Home.
Agora, com o Windows 7, cada item na barra de tarefas é associado a um número. O mais perto do botão iniciar é o 1. O item logo em seguida é o 2, e assim sucessivamente. Se você apertar a tecla Windows + algum número, aquele programa vai para o primeiro plano. Já a combinação Windows + Shift + algum número vai executar uma nova janela daquela aplicação. Windows + T e você percorre pelos itens da barra de tarefas. E se você tem problemas com letras pequenininhas, experimente Windows e a tecla +. O zoom digital aproxima a região onde o mouse estiver repousado. Para voltar ao zoom original, é só apertar Windows e a tecla -.
Veja logo abaixo uma lista com outras dicas de como utilizar a tecla Windows:
- Win+Home: Deixa aberta apenas a janela ativa
- Win+Space: Todas as janelas ficam transparentes, e o usuário consegue enxergar o desktop
- Win+Seta para cima: Maximiza a janela atual
- Shift+Win+Seta para cima: Maximiza a janela atual na posição vertical
- Win+Seta para baixo: Minimiza a janela / volta ao tamanho original se maximizada
- Win+seta esquerda / direita: leva a janela para cada metade da tela
- Shift+Win+seta direita / esquerda: Leva a janela para o monitor da direita ou da esquerda (em caso de monitor duplo)
- Arrastar a janela para o topo: maximiza
- Arrastar a janela para a esquerda ou direita: faz com que ela ocupe metade direita / esquerda da tela
- Chacoalhar a janela com o mouse: minimiza tudo, menos a janela selecionada
- No Windows 7, se você usar a tecla Windows com algum número, é possível interagir com as aplicações da taskbar. Por ex: Win + 4 vai abrir o 4. programa, contado da esquerda para a direita. Windows + Alt + 4 mostra o jumplist do mesmo aplicativo.
- Shift+Win+número (1-9): Abre uma nova janela daquele aplicativo
- Ctrl+Win+número (1-9): Alterna entre as janelas já abertas daquele aplicativo
- Alt+Win+número (1-9): Abre a jumplist daquele aplicativo
- Win+T: Passeia pelos ítens da taskbar
- Win+B: mostra os aplicativos da direita da taskbar
- Ctrl+Shift+N: Cria uma nova pasta no Windows Explorer
- Alt+Up: Sobe um nível de pastas no Windows Explorer
- Win+(+/-): Zoom in/out
- Win+G: Alterna entre os gadgets da sua tela
Fonte: Olhar Digital – Tecla Windows: Veja do que ela é capaz
Qual o futuro do VB.NET?
Bom dia caros amigos. Já algum tempo observo muitas pessoas criticando programadores VB.net e a própria linguagem VB.net, alegando que a Microsoft não está mais investindo na mesma e que em breve deixará de existir, mantendo apenas a linguagem C#.
Aprendi a programar em VB6, e hoje trabalho com o VB.net 2008 e PHP, e esses comentários realmente me deixaram frustados, por isso fui atrás de informações. E uma ótima notícia (pelo menos para os fãs de VB.net): A Microsoft não prentede matar o VB.net! Aliás, é de interesse da mesma ter duas linguagens no mercado!
Não quero dizer que o VB.net é o melhor, apenas mostrar que não é uma linguagem obsoleta, mas sim uma ótima linguagem, equivalente ao C#. Há alguns dias enviei para alguns amigos um comparativo entre as duas linguagens. Dentre as vantagens do VB.net foi citado os mecanismos que fazem com que a programação em VB.net seja mais rápida que no C#. Abaixo encontra-se esse comparativo e o texto que explica mais sobre o futuro do VB.net.
Banco de Dados Geográfico
Banco de dados geográfico (BDG) é um componente de um sistema de informação geográfico (SIG), responsável por capturar, armazenar, manipular e apresentar dados geográficos. Lidam com dados geográficos de diversas naturezas:
- Cadastro e planejamento urbano (lotes, logradouros, etc);
- Meio ambiente e uso da terra (planejamento agrícola e de bacias hidrográficas, etc);
- Atividades econômicas (análise e distribuição de produtos).
Tipos de Dados (Componentes)
Dado geográfico é um dado geo-referenciado, que possui uma localização sobre a superfície terrestre em certo instante ou intervalo de tempo.
- Convencional – Propriedades alfanuméricas (código, nome, tipo, etc);
- Espacial – Propriedades de localização geo-espacial (forma, localização);
- Pictórico – Propriedades gráficas (imagens);
- Temporal – Propriedades relativas à validade do dado (data de coleta, validade)
Modelos de dados
- Modelo de campos (Field model ou raster) – enxerga o mundo como uma superfície contínua, sobre a qual os fenômenos geográficos a serem observados variam segundo diferentes distribuições. Exemplos: Tipo de solo, mapeamento de tipo de vegetação.
- Modelo de objetos (Object model ou vetorial) – representa o mundo como uma superfície ocupara por objetos identificáveis, com geometria e características próprias. Estes objetos não são necessariamente associados a qualquer fenômeno geográfico específico e podem, inclusive, ocupar a mesma localização geográfica. Exemplos: Artefatos humanos (redes viárias, edificações).
Leitura Adicional:
Banco de Dados Orientado a Objetos
Os bancos de dados orientados a objetos (BDOO) armazenam as informações em forma de objetos. Esse tipo de banco de dados surgiu pela necessidade de suportar a programação orientada a objetos.
Esse tipo de banco de dados é ideal para sistemas CAD, experimentos científicos, telecomunicações, sistemas de informação geográfica e multimídia.
Data Warehouse
Data Warehouse é um sistema de computação que armazena, de forma consolidada, informações de bancos de dados de uma ou mais atividades de uma empresa. Um Data Warehouse é projetado e construído com base nas necessidades da empresa como um todo e considerado um repositório comum de dados de suporte à decisão, disponível em toda a empresa.
XP – Programação Extrema
Valores
- Comunicação;
- Feedback;
- Coragem;
- Simplicidade;
- Respeito.
AS 12 práticas
- Planejamento;
- Fases Pequenas;
- Metáfora;
- Design Simples;
- Testes;
- Refatoração;
- Programação Pareada;
- Propriedade Coletiva;
- Integração Contínua;
- Semana de 40 horas;
- Cliente junto aos desenvolvedores;
- Padronização do código.
Princípios Básicos
- Feedback rápido;
- Simplicidade é o melhor negócio;
- Mudanças incrementais;
- Carregue a bandeira das mudanças/não valorize o medo (Embracechange);
- Alta qualidade do código.
Variáveis do Desenvolvimento
- Tempo;
- Custo;
- Qualidade;
- Escopo (foco principal).
FUNDAMENTOS
O planejamento
- Planejamento do release;
- Planejamento de itera Planejamento de iteração;
- Cada iteração é feita como um “timebox”;
- O cliente pode mudar suas prioridades de requisitos a cada iteração que passa;
- Garantir que o cliente tenha o maior ROI (retorno sobre investimento).
Os Testes
Fundamento mais importante, é o que dá segurança e coragem ao grupo.
- Teste de unidade – feitos pelos programadores para testar cada elemento do sistema;
- Teste de funcionalidade – feitos pelos clientes para testar a funcionalidade do sistema.
O Código
- Adota-se um padrão pelo grupo;
- Deve ser o mais claro possível;
- Comentários padronizados;
- Propriedade coletiva de código – o código pertence a todos.
Programação Pareada
- Um erro pode ser detectado imediatamente pelo outro;
- Diversidade de idéias, técnicas e algoritmos;
- Enquanto um escreve, outro pensa em ajustes para melhora.
Metáforas – Meio de ajudar a todos envolvidos a compreender melhor o objetivo do produto em desenvolvimento.
Refatoração – Modificações que não alteram o comportamento funcional. Busca-se:
- Simplicidade;
- Flexibilidade;
- Clareza;
- Desempenho.
O Cliente
- Um cliente deve estar sempre;
- Responsável por escrever “Estórias”;
- Trabalha no mesmo espaço físico do grupo;
- Novas versões são enviadas para produção freqüentemente;
- Feedback do cliente é essencial;
- Se necessário, pode mudar os requisitos.
O Treinador (Coach) – O mais experiente do grupo identifica quem é melhor em que e lembra a todos as regras do jogo, chamando a atenção para oportunidades de melhoria.
O Acompanhador (Tracker) – A consciência do time, coleta estatísticas sobre o andamento do projeto. Mantém um histórico do progresso, fazendo estimativas para o futuro.
Quando não usar?
- Quando o cliente não aceita as regras do jogo;
- Quando o cliente quer uma especificação detalhada do sistema antes de começar;
- Quando membros do time não estão dispostos a seguir todas as regras;
- Se quase todos os programadores do time são medíocres;
- Grupos grandes, maiores que 10 programadores;
- Quando feedback rápido não é possível;
- Quando não é possível realizar testes;Quando o custo de mudanças é exponencial.
JAD – Joint Application Development
JAD - Joint Application Development
JAD (Joint Application Design) foi criada pela IBM do Canadá em 1977 e adaptada para o Brasil em 1982 para moderação de discussões de brainstorming acelerando e consolidando o desenvolvimento de aplicações de Sistemas de Informação.
Brainstorming (ou “tempestade cerebral técnica de dinâmica de grupo que visa explorar a potencialidade criativa de um indivíduo ou de um grupo – criatividade em equipe – colocando-a a serviço de objetivos pré-determinados.
JAD visa acelerar o projeto de sistemas. Guiados por um líder de reunião, usuários e analistas projetam o sistema juntos, em sessões de grupo estruturadas. JAD utiliza a criatividade e o trabalho em equipe de dinâmica de grupo para definir o ponto de vista dos usuários sobre o sistema, desde os objetivos e aplicações do sistema até a geração de telas e projetos de relatórios. A aplicação JAD permite a criação, em menos tempo, de sistemas mais eficazes.














